Do livro noite na taverna pdf


 

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Author:LEON REVORD
Language:English, Spanish, Hindi
Country:Croatia
Genre:Health & Fitness
Pages:415
Published (Last):24.01.2016
ISBN:494-8-31218-158-7
Distribution:Free* [*Registration Required]
Uploaded by: LOUANN

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Do Livro Noite Na Taverna Pdf

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CDD - Savage Worlds, all associated characters, logos, and artwork are Copyrights of Pinnacle Entertainment Group. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9. Na maioria das campanhas de fantasia, eles possuem pele rosada e todas as cores de cabelo dos humanos. Sejam vindos de florestas ou vales ocultos, todos nascem mais graciosos que os humanos, mas um pouco mais leves. A maioria vive mais de anos. A maioria dos elfos vive apenas cerca de anos. Outros ganham a adaptabilidade de seu ancestral humano.

Isto pode ser combinado com as Vantagens Sorte e Sorte Grande. Eles sofrem uma penalidade de -2 no Carisma. Eles sofrem -4 em Carisma quando lidam uns com os outros. Eles sofrem uma penalidade de -4 para resistir aos efeitos ambientais do frio.

Ela ajoelhou-se. O frio da noite, aquele sono dormido a chuva, causaram-me uma febre. Um ano depois voltei a Roma. Era uma defunta! Cerrei as portas da igreja, que, ignoro por que, eu achara abertas. Pesava como chumbo.

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Tomei-a no colo. Pude a custo soltar-me daquele aperto do peito dela. Nesse instante ela acordou… Nunca ouvistes falar da catalepsia? Ao acordar desmaiara. Mas essa roupa branca e longa?

Um guarda aproximou-se. Tocou-lhe a fronte—era fria. Senti um bafejo morno. Se eu sentisse o estalar de um beijo. Quando eu passei a porta ela acordou.

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O primeiro som que lhe saiu da boca foi um grito de medo Mal eu fechara a porta, bateram nela. Era um bando de libertinos meus companheiros que voltavam da orgia. Reclamaram que abrisse. Meia hora depois eu os deixava na sala bebendo ainda. Trespassava de dor o ouvi-la. Um outro conviva se levantou. A voz sufocou-se-lhe na garganta: todos choravam.

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Quando voltei. Nem o dela!

Doido Mas um dia o marido soube tudo: quis representar de Otelo com ela. Era alta noite: eu esperava ver passar nas cortinas brancas a sombra do anjo. Quando passei, uma voz chamou-me. De quem e esse sangue? A Espanhola sacudiu seus longos cabelos negros e riu-se.

Entramos numa sala. Ela foi buscar uma luz, e deixou-me no escuro. Procurei, tateando, um lugar para assentar-me: toquei numa mesa. Era sangue. O marido estava degolado. Foi uma vida insana a minha com aquela mulher! Era um viajar sem fim. Depois enjoei-me dessa mulher. Era uma sina, e negra; e por isso ri-me; ri-me, enquanto os filhos do mar choravam.

O comandante era um belo homem. Levar-te-ei comigo. O comandante franziu as sobrancelhas, e passou adiante para comandar a manobra. Era a mulher do comandante.

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Um poeta a amaria de joelhos. Um dia. Amei-a: por que dizer-vos mais?

Aquele seio palpitante, o contorno acetinado, apertei-os sobre mim O comandante dormia. Uma vez ao madrugar o gajeiro assinalou um navio. Meia hora depois desconfiou que era um pirata Chegavamos cada vez mais perto. Deu-se segundo—nada. A descarga do navio de guerra o pirata estremeceu como se quisesse ir a pique.

Enfim o pirata pareceu ceder. Atracaram-se os dois navios como para uma luta. A corveta vomitou sua gente a bordo do inimigo.

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Alguns minutos depois o barco do pirata voou pelos ares. E nesse tempo enquanto o comandante se batia como um bravo, eu 0 desonrava como um covarde.

Quando acordei um dia desse sonho, o navio tinha encalhado num banco de areia: o ranger da quilha a morder na areia gelou a todos Meu despertar foi a um grito de agonia —Ola, mulher! Tu o saber como eu o sei. O que e o homem?

O homem que falara era um velho.

A fronte se lhe descalvara, e longas e fundas rugas a sulcavam—eram ondas que o vento da velhice lhe cavava no mar da vida. Boa-noite, senhores! A fome! Na verdade, senhores, o homem e uma criatura perfeita! Fiz-te rei da terra! Sonha como a noite, canta como os anjos, dorme entre as flores! Tudo isso se apaga diante de dois fatos muito prosaicos—a fome e a sede. Pobre louco! Eu ri-me do velho. Eu ri-me porque tinha fome.

Cambaleava, e um suor frio lhe corria no peito descarnado. Lancei os restos ao mar. Eu e a mulher do comandante passamos—um dia. As gargalhadas frias vinham mais de entuviada Estava louca. Tinha fome como a fera. Uma vertigem me rodeava. O mar parecia rir de mim, c rodava em torno, escumante e esverdeado, como um sorvedoiro. As nuvens pairavam correndo e pareciam filtrar sangue negro.

Quantas horas quantos dias passei naquela modorra nem o sei. Quando acordei desse pesadelo de homem desperto, estava a bordo de um navio. Eu tinha quase a idade da mulher do mestre. Amei-a, mas meu amor era puro como meus sonhos de dezoito anos. Como eu o disse—o mestre tinha uma filha chamada Laura.

Muitas noites foi assim. O fogo de meus dezoito anos, a primavera virginal de uma beleza, ainda inocente, o seio seminu de uma donzela a bater sobre 0 meu: isso tudo ao despertar dos sonhos alvos da madrugada, me enlouqueceu Todas as manhas Laura vinha a meu quarto. Um dia entrou ela no meu quarto e disse-me: —Gennaro, estou desonrada pare sempre Eu calei-me. Calei-me ainda. Gennaro, Gennaro!

Carreguei-a assim fria e fora de si pare seu quarto. Nunca mais tornou a falar-me em casamento. Que havia de eu fazer? Fora uma loucura Ele me mataria e a ela: ou pelo menos me expulsaria de sue casa O velho levava as noites passeando no escuro. Uma noite Entrei no quarto dela: a doente conheceu-me.

Sentei-me junto do leito dela.

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